Diplomata equatoriana entra na disputa pela secretaria-geral da ONU
Ivonne A-Baki, diplomata equatoriana que representou seu país nos Estados Unidos, entrou na disputa para se tornar secretária-geral das Nações Unidas, anunciou a organização em carta divulgada nesta terça-feira (18).
Indicada por Tonga, a ex-ministra do Comércio Exterior junta-se à lista de candidatos ao cargo da secretaria-geral da ONU.
Filha de pais libaneses, A-Baki desempenhou um papel fundamental no acordo de paz de 1998 entre Equador e Peru.
Com esta indicação, cinco mulheres e três homens concorrem para suceder o português António Guterres, que completará seu segundo mandato de cinco anos como chefe da ONU em 31 de dezembro de 2026.
As indicações permanecem abertas, o que aumenta a possibilidade de novas candidaturas tardias.
Em uma declaração publicada no X, A-Baki apresentou-se como "a única candidata cuja herança conecta a América Latina e o Oriente Médio, e a única indicada que ajudou a negociar um acordo de paz entre dois Estados soberanos membros da ONU".
"Estou preparada para contribuir para renovar a promessa fundadora da Carta da ONU: salvar as gerações futuras do flagelo da guerra em um mundo onde os conflitos continuam crescendo", acrescentou.
R.Kaiulani--HStB